ACM Neto: Depois de 16 anos do PT, lideramos o número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza




O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) criticou “o legado de vulnerabilidade social deixado pelo PT na Bahia” durante caminhada realizada no bairro de São Cristovão, na noite desta segunda-feira (10), em Salvador.

“Infelizmente, depois de 16 anos com esse grupo governando, nós somos o estado com o maior número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza em todo o Brasil”, pontuou em conversa com a imprensa

O ex-prefeito da capital baiana enfatizou que, do outro lado, o estado também figura como líder no número de desempregados. Neto disse que as duas coisas estão “absolutamente conectadas”, e que, caso eleito, vai criar espaço para a chegada de novas empresas na Bahia a fim de iniciar um “ciclo de desenvolvimento econômico” no estado.

“Vamos olhar os setores econômicos de cada região aproveitando o potencial e a vocação de cada uma delas, investindo em um novo processo de industrialização da Bahia e estimulando a expansão do setor de comércio e serviços. Valorizando o turismo e trabalhando pela agricultura, pelo pequeno agricultor e pelo agronegócio. Ou seja, fazendo a economia do estado crescer novamente e, com isso, os empregos vão chegar e as pessoas vão viver, sem dúvida alguma, em uma outra condição de vida”.

Neste início de segundo turno na capital baiana, Neto tem focado em realizar caminhadas nos bairros mais periféricos da cidade. Durante seu mandato na Prefeitura de Salvador, ACM Neto direcionou quase 80% dos recursos do município para as áreas mais pobres. Segundo ele, além de desenvolver a economia, será papel do próximo governador criar políticas sociais e de inclusão das pessoas mais pobres.

“Precisamos de políticas sociais que transfiram renda para essas pessoas, que garantam educação para essas crianças. Temos que combater a pobreza tirando as pessoas da espera na fila da regulação e dando tratamento de saúde, dando segurança às pessoas, investindo efetivamente naqueles que mais precisam, como fiz durante oito anos como prefeito de Salvador”, salientou.
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